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5 atitudes para o relacionamento evoluir

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Os pecados mais cometidos entre homens e mulheres

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9 mentiras sobre dinheiro que podem arruinar seu casamento

Homens pensam mais em comer e dormir do que em sexo.

Estudo contradiz mito em que o homem pensa em sexo o tempo todo.

Ao contrário do que se pensa, homens pensam mais em dormir e em comer do que em fazer sexo

Os homens não pensam só em sexo. A mente masculina volta-se à atividade sexual uma vez por hora, frequência inferior às lembranças sobre as comidas e sobre o sono. A conclusão faz parte de pesquisa conduzida por uma psicóloga da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos.

Terri Fisher pediu a 163 alunos — homens e mulheres — que carregassem uma tabela e marcassem nela toda vez que pensassem em sexo, em comida ou em dormir. Os números variaram bastante. Um dos estudantes registrou um pensamento sobre sexo por dia enquanto outro teve 388 em 24 horas. Na média, contudo, os homens pensaram em comida e em dormir mais do que em sexo.

De acordo com Terri os homens são mais atentos, e portanto se concentram mais, aos estados de necessidade como a fome, o cansaço ou o apetite sexual. Eles também são melhores que as mulheres em identificar esses estados e se mostram mais propícios a expressar o que pensam.

De acordo com a especialista, a atenção ao sexo, à comida e ao sono depende dos estímulos que ocorrem na rotina do indivíduo. Situações que nos fazem lembrar mais de comida ou do cansaço tendem a aparecer com mais frequência do que aquelas que lembram o sexo.

Fonte: Veja

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Desafio: “Mix de Exercícios”

Adoçantes: Mitos e Verdades

Por que as mulheres gostam da cor rosa?

Mulheres preferem o rosa por causa de ancestrais coletoras de frutas. Já os homens gostam do azul porque a tonalidade representa um bom dia para a caça. Estudo afirma que o comportamento dos primeiros seres humanos definiu a preferência por cores entre homens e mulheres.

A capacidade de separar frutas das folhas verdes ajudou a firmar a preferência das mulheres pelas cores avermelhadas

Cientistas descobriram por que mulheres tendem a preferir o rosa e o vermelho enquanto homens costumam adorar o azul e o verde. E a tendência vem de longe. Os pesquisadores acreditam que o maior contato das mulheres com frutas vermelhas e roxas durante a coleta fez com que elas, ao longo do tempo, preferissem essas tonalidades. Os homens, por outro lado, gostam mais do azul, que sinaliza o tempo bom, ideal para dias de caça.

A conclusão veio de uma análise do comportamento dos primeiros seres humanos, que sobreviviam recolhendo o alimento disponível espontaneamente na natureza e caçando animais há 200.000 anos, os chamados caçadores-coletores. O recolhimento de comida disponível era feito pelas mulheres e a caça pelos homens.

A teoria foi desenvolvida por cientistas da universidade chinesa Zhejiang e publicada no periódico Personality and Individual Differences. Os psicólogos pediram que 350 estudantes analisassem onze cores por três minutos. Depois, deviam classificá-las em ordem de preferência. Os estudantes também passaram por exames de personalidade.

Os resultados revelaram que as mulheres preferem as cores rosa, roxa e branca. Os homens tendem a favorecer o azul e o verde.

Introvertidos e neuróticas – O experimento também revelou que homens introvertidos gostam da cor amarela e mulheres neuróticas preferem o cinza. A cor laranja combina com mulheres que gostam de dias ensolarados e o marrom é apreciado pelos dois sexos. O estudo é consistente em relação a pesquisas anteriores que afirmavam que as mulheres preferem cores avermelhadas às azuladas.

De acordo com os pesquisadores, o resultado se encaixa com a teoria dos caçadores-coletores para diferenciação do comportamento entre homens e mulheres.

Os resultados também corroboram a ideia de que o cérebro feminino é especializado em tarefas de recolhimento, como a identificação de frutas saudáveis para o consumo. Favorecer tons avermelhados também pode ter ajudado a escolher um parceiro melhor, uma vez que bochechas vermelhas podem denotar boa saúde.

Os pesquisadores acrescentaram que vestir meninos de azul e meninas de rosa ajuda a reforçar a preferência inerente a cada sexo.

Fonte: VEJA

Ela goza mesmo?

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6 maneiras de saber como anda seu relacionamento.

Ela goza mesmo?

Por insegurança ou constrangimento, ela pode fingir orgasmo. Antes que isso detone sua relação, conheça sete sinais que revelam se o orgasmo dela é verdadeiro.

>> Cara de paisagem

Decifre a linguagem corporal da mulher. Um orgasmo honesto costuma provocar uma ou várias das seguintes situações: olhos fechados, pescoço arqueado, mamilos e pelos eretos, boca contorcida, leves tremores e vermelhidão na região do colo até o rosto. Se nada disso rolar, você pode estar longe de um final feliz. Vale usar uma técnica infalível (que elas próprias usam quando se masturbam). Com a base do polegar, pressione o clitóris em movimentos circulares.

>> Ducha de água fria

Depois do sexo ela correu para o banheiro? Alerta. Se a transa foi boa e ela teve um orgasmo, vai precisar de alguns minutos até o sangue voltar às pernas. Quando perceber que está na reta final, pare de pensar em você e concentre-se em dar prazer a ela com as mãos antes de retomar a penetração. Vocês vão gozar juntos e aí, depois de uns minutos, poderão partir para o segundo round no chuveiro.

>> Honestidade em excesso

Se ela sempre chega ao orgasmo, independentemente da posição, há algo estranho. Por duas razões: 1) apenas 30% das mulheres chegam ao clímax somente com a penetração; 2) posições que proporcionam menos contato com o clitóris, como de quatro ou em pé, tornam o orgasmo ainda menos provável. Então, finja que acredita no teatro e use suas mãos ou um vibrador para ajudá-la a concluir a missão.

>> Respiração descontrolada

Quando ela está excitada e perto do clímax, a respiração é ofegante, certo? Mas quando ela finge, o teatro fica um pouco forçado. Ela parece um peixe fora d`água em busca de ar. Portanto, onde há exagero, há mentira.

>> Pretensão pélvica

Durante um orgasmo de verdade, seu pênis será apertado pela contração dos músculos pélvicos dela. “E isso não dá para disfarçar”, afirma a sexóloga Jussania Oliveira, consultora da MH. Durante essas contrações, braços e pernas se mexem também.

>> Mentira pós-coito

As mulheres fingem orgasmo para fazer seus parceiros se sentirem melhor. Ou seja, a motivação é nobre. E parte da encenação consiste em evitar qualquer bate-papo depois da transa. Ela simplesmente vira para o lado e dorme (ou finge também). Mas quando o orgasmo é real, o corpo feminino libera ocitocina, hormônio que acalma e favorece a aproximação do casal. Nestes casos, ela sempre quer se aconchegar e falar, falar…

>> Gemido mecânico

Sussurros e gritos são a forma mais comum de uma mulher fingir orgasmo. Só que, quando você está se divertindo, dificilmente para para pensar se aquele gemido é honesto. Dependendo da atuação, a garota pode ganhar o Oscar. A dica: sincronize seus movimentos com os gemidos dela, assim as chances de um clímax autêntico aumentam.

Fonte: MH

53 razões para fazer sexo

O ovo ou a galinha? Finalmente a resposta.

Jovem que estuda música protege cérebro em idade avançada.

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A malhação que vale por uma corrida

Cães tendem a ficar mais próximos de donos do sexo masculino.

Cachorros cujos donos são homens, especialmente homens neuróticos, aproximam-se mais destes do que de mulheres, segundo uma nova pesquisa.

Isso não significa, no entanto, que necessariamente prefiram homens a mulheres.

Os resultados da pesquisa, publicados no jornal Interaction Studies, são uma evidência a mais de que o gênero e a personalidade do dono podem influenciar na interação social entre um animal e uma pessoa.

Recentemente, um estudo apontou que mulheres e gatos costumam criar laços particularmente fortes. Agora, alguns dos membros dessa mesma equipe de pesquisa voltaram o foco para os cães, que, aparentemente, são de fato os melhores amigos do homem.

“A sensibilidade dos cachorros ao sexo do dono pode ter origem em seus ancestrais, os lobos. Nas alcateias, os sexos desempenham papeis socais diferentes”, explicou chefe da pesquisa, Manuela Wesdl, ao Discovery Notícias.

Wedl, pesquisadora da Universidade de Viena, o chefe da pesquisa, Kurt Kotrschal e seus colegas observaram e analisaram a interação entre cães e seus donos em um experimento que integra um estudo piloto.

Dez homens e doze mulheres, donos de cachorros machos, receberam a tarefa de observar quinze fotos de cachorros, dispostas nas janelas e nas paredes de uma sala. Depois disso, os pesquisadores pediram que cada um escrevesse três palavras que associariam a cada uma das imagens. Essa atividade foi feita com o intuito de manter os donos ocupados, já que os pesquisadores estavam, na verdade, mais interessados no que aconteceria em seguida.

Enquanto cada dono estudava as imagens, os pesquisadores permitiam que seus cachorros entrassem na sala. Os responsáveis pelo estudo observavam, então, quanto tempo o animal levava para se aproximar do dono e por quanto tempo ficava próximo.

Antes do experimento, os donos dos cachorros responderam a questionários que determinavam seu tipo de personalidades e como se sentiam em relação a seu cão.

Homens neuróticos e cachorros neuróticos (descritos como “inseguros”, “ansiosos” e agressivos”) parecem se atrair, já que os animais se aproximavam rapidamente desses donos e permaneciam mais tempo ao seu lado quando entravam na sala.

No entanto, Wedl ressaltou que o gênero do dono não determinou o tempo de proximidade do cachorro ou o tempo até que ele se aproximasse.

No caso de mulheres neuróticas, os cachorros também tinham uma tendência a ficarem mais próximos.

“A personalidade do dono afeta seu comportamento, de maneira a reforçar ou inibir a atração social dos cachorros”, disse Wedl. “Por exemplo, os donos considerados neuróticos muitas vezes usam o cachorro como suporte social e, portanto, interagem frequentemente com o animal, incentivando a aproximação”.

O estudo também descobriu que o tempo de proximidade entre cão e dono era proporcionalmente maior à importância que o dono atribuía à companhia do animal.

Andrea Beetz, da Universidade de Rostock, também estudou a interação entre seres humanos e cachorros. Ela disse ao Discovery Notícias que “o tempo de aproximação (do cachorro com o dono), não deve ser interpretado como um carinho maior ou menor” por parte do animal.

“A aproximação frequente, mas instável pode, por um lado, indicar um desejo maior de contato, mas também indicar insegurança no relacionamento”, explica Beetz. “O cachorro procura se reafirmar”.

Segundo Beetz, o estudo evidenciou que “a atração do cachorro por seu dono depende de muitas variáveis, inclusive da personalidade e da qualidade do relacionamento”.

“Em relação ao treinamento de cachorros como solução para problemas de comportamento, os resultados apontam para a importância de olhar não apenas para o cachorro, mas também para o dono”, completa.

Wedl e seus colegas planejam conduzir um estudo em grande escala, examinando a interação social entre cães e seus parceiros humanos. Na pesquisa piloto, foram usados apenas cachorros machos, e não se sabe se este fato tem alguma influência sobre os resultados.

Fonte: Discovery

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